Pular para o conteúdo principal

Arte Sacra e Espaço Litúrgico com Mari Bueno - MASMT em Casa

A live teve o objetivo de orientar a construção, reforma e adaptações em espaços celebrativos para que estejam de acordo com as Normativas Litúrgico-Canônicas da Igreja, que é o de conduzir piamente através de suas obras, o espírito do homem até Deus.

Quem é Mari Bueno? 
É uma artista sacra e muralista, paranaense que reside em Sinop - MT, desde 1979. Graduada em letras, pós-graduada em Arte Sacra, Espaço Litúrgico Celebrativo pela Universidade Católica de Santa Catarina e Especialista em Mariologia pela Faculdade Dehoniana de São Paulo. Recebeu 26 premiações no Brasil e em outros países, entre eles, Itália, França, Alemanha, Suiça, Inglaterra, EUA, Portugal e Egito. No Museu do Louvre em Paris, na França, participou de três exposições, ganhando menção honrosa por suas obras. Suas obras participaram de duas Bienais na Europa, a Bienal de Londres, onde ganhou menção especial por sua participação e a Bienal de Chianciano na Itália. Em 2014, levou 49 obras sacras para o Museu de Arte Sacra e Etnologia no Santuário de Fátima em Portugal. É membro da Pastoral do Artista Sacro da CNBB e associada da Academia Marial de Aparecida. Em 2019 foi convidada pelo Santuário Nacional de Aparecida para criar a arte do XIII Congresso Mariológico e realizou neste evento uma exposição com 12 obras marianas. Artista sacra reconhecida no Brasil e no exterior, projetou e executou mais de 3.000 m² de arte sacra em Igrejas e capelas em várias regiões do país. 


A live foi exibida no dia 17/04/2020 no Instagram do Museu de Arte Sacra MT.

Siga o museu em todas as redes sociais:
 Instagram: @museudeartesacramt 
Twitter: @artesacramt 
Facebook: Museu de Arte Sacra de Mato Grosso

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

História de Nossa Senhora Aparecida, e algumas representações artísticas

A imagem de Nossa Senhora Aparecida foi encontrada por dois pescadores do Rio Paraíba do Sul, na região de  Guaratinguetá, estado de São Paulo, por volta do ano de 1717. Os pescadores Domingos Martins Garcia, João Alves e Filipe  Pedroso já pescavam há bastante tempo, sem que conseguissem tirar peixe algum das águas do rio. Foi quando João trouxe em sua rede a parte correspondente ao corpo da imagem e, depois, lançando a rede um pouco mais distante, trouxe nela a cabeça da Senhora. Dali por diante, a pescaria tornou-se copiosa e, receosos de que a quantidade de peixe trazida para os barcos ocasionasse um naufrágio, os três amigos voltaram para casa, trazendo a imagem e contando a todos o prodígio que haviam vivido.

Os Jurunas (Yuruna, Yudjá)

Os Jurunas tem como tronco linguístico o Tupi da família Tupi-Juruna, se localizam ao norte do Parque Indígena do Xingu, bem como junto ao baixo Rio Xingu, no Pará, num local denominado Terra Indígena Pequiçamba. Conhecidos como Jurunas, cujo significado “Bocas Pretas” é devido à pintura preta que descia do alto da cabeça até em volta da boca. No meado do século XIX, tinha uma população de mais de 2.000 pessoas, hoje são aproximadamente 390 pessoas (dados Unifesp/2012), vivendo em seis aldeias: Tubatuba, Pakisamba, Pakaya, Paroreda, Pequizal e Kamai.

Santo do pau oco no Museu de Arte Sacra

A expressão surgiu provavelmente em Minas Gerais, entre o final do século XVII e o início do século XVIII. Era o Período Colonial, o auge da mineração no País.

Para driblar a cobrança do "quinto", o imposto de 20% que a Coroa Portuguesa cobrava de todos os metais preciosos garimpados no Brasil, santos em madeira oca eram esculpidos e, posteriormente, recheados de ouro.