Pular para o conteúdo principal

Café Filosófico promoverá debate sobre a educação patrimonial na infância

O Museu de Arte Sacra de Mato Grosso, realiza no próximo dia 09/10 (quarta-feira), às 19h, o Café Filosófico, com a participação da integrante do GPPIN-UFMT Paula Figueiredo Poubel, que provocará a discussão: “A Educação Patrimonial na infância”.
O encontro visa discutir as questões em torno do olhar das crianças, entendendo-as como sujeitos de direito e com uma opinião em formação sobre as questões que lhes atravessam. Partindo das seguintes perguntas disparadoras: “A cidade é lugar de criança? Qual o papel do lugar que se vive na infância?”. Partindo de pesquisas científicas realizadas com crianças sobre a cidade de Cuiabá.
O Café Filosófico é promovido pelo MASMT, em parceria com outras instituições e pesquisadores, e foi cuidadosamente pensado para propiciar um ambiente interativo, confortável e instigante para a participação da sociedade, trazendo temas que dizem respeito as pessoas e seu entorno, propondo um debate democrático e potente como forma de desenvolvimento do conhecimento.

Inscrições Gratuitas: através do telefone (65) 3056- 1373 de quarta a domingo das 9h às 17h ou Online pelo link: https://www.sympla.com.br/cafe-filosofico-a-educacao-patrimonial-na-infancia__662695?fbclid=IwAR26OwXwgQ-7vediUZVpQ2_iyv8jGWkQBlpKHNkdPzSpqC4J1sIHUL9pL8s




Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Os Jurunas (Yuruna, Yudjá)

Os Jurunas tem como tronco linguístico o Tupi da família Tupi-Juruna, se localizam ao norte do Parque Indígena do Xingu, bem como junto ao baixo Rio Xingu, no Pará, num local denominado Terra Indígena Pequiçamba. Conhecidos como Jurunas, cujo significado “Bocas Pretas” é devido à pintura preta que descia do alto da cabeça até em volta da boca. No meado do século XIX, tinha uma população de mais de 2.000 pessoas, hoje são aproximadamente 390 pessoas (dados Unifesp/2012), vivendo em seis aldeias: Tubatuba, Pakisamba, Pakaya, Paroreda, Pequizal e Kamai.

História de Nossa Senhora Aparecida, e algumas representações artísticas

A imagem de Nossa Senhora Aparecida foi encontrada por dois pescadores do Rio Paraíba do Sul, na região de  Guaratinguetá, estado de São Paulo, por volta do ano de 1717. Os pescadores Domingos Martins Garcia, João Alves e Filipe  Pedroso já pescavam há bastante tempo, sem que conseguissem tirar peixe algum das águas do rio. Foi quando João trouxe em sua rede a parte correspondente ao corpo da imagem e, depois, lançando a rede um pouco mais distante, trouxe nela a cabeça da Senhora. Dali por diante, a pescaria tornou-se copiosa e, receosos de que a quantidade de peixe trazida para os barcos ocasionasse um naufrágio, os três amigos voltaram para casa, trazendo a imagem e contando a todos o prodígio que haviam vivido.

Santo do pau oco no Museu de Arte Sacra

A expressão surgiu provavelmente em Minas Gerais, entre o final do século XVII e o início do século XVIII. Era o Período Colonial, o auge da mineração no País.

Para driblar a cobrança do "quinto", o imposto de 20% que a Coroa Portuguesa cobrava de todos os metais preciosos garimpados no Brasil, santos em madeira oca eram esculpidos e, posteriormente, recheados de ouro.